Desde
a adolescência, tanto quanto me lembro, fui atraído pela temática
da Segunda Guerra Mundial, especialmente na óptica - tenho que
escrever ‘naturalmente’ - da luta justa dos aliados contra as
forças do Eixo que, é como quem diz de americanos, ingleses e
franceses contra alemães, italianos e japoneses. Um
lado justo - e vinco - porque numa guerra há sempre - ou quase,
quase sempre… - um lado justo e um lado iníquo; no caso, era a
guerra entre quem defendia, a liberdade, a justiça, o direito à
identidade pátria e à igualdade entre homens, contra aqueles que
tinham por missão dominar o mundo, que eram totalitários, que
acreditavam na absurda superioridade de uma raça sobre as outras
todas.