Espelho
de drama
Três
irmãs,
é exemplo daquilo que podemos esperar hoje no nosso país: edições
improváveis, de criadores desconhecidos, mas que têm algo para nos
dizer.
Integrada na colecção
Busztyn, que é como quem diz Âmbar, em polaco, que A
Seita criou para trazer “para Portugal o melhor da banda desenhada
polaca contemporânea”, tem autoria de Anna Poszepczyńska
e valeu à autora o Orienty Men Award, atribuído pelo
Festival de Comics de Varsóvia.
Enorme
coração
Escrevo
estas linhas conscientemente: não
consigo pensar em
mais
nenhum autor que, como
Zidrou,
seja capaz de transmitir
tão bem emoções, combinando
de forma adequada e equilibrada humor
e ternura. É um autor que consegue emocionar-nos, ao mesmo tempo que
nos faz sorrir, que junta a lágrima com a gargalhada e,
finalizada
a leitura, nos deixa de bem com a vida, connosco próprios e até com
os outros.
Divertido ou aterrador?
Sossegado
pelo facto de a última gravidez cá em casa ter mais de 20 anos,
evitando assim o risco de depressão perante a realidade exposta
neste livro, entrei de forma livre e mente aberta na leitura de Mãe
e Peras (leia-se ‘pêras’).
As
múltiplas formas de amar
“Deve
ser penoso escrever centenas e centenas de páginas quando já se
sabe o nome do culpado!”
A afirmação, dita por um empregado de café ao homem que todas as
tardes vem para o estabelecimento escrever romances sentimentais,
ecoa após a conclusão da primeira das narrativas que compõem
Amore,
uma co-edição Arte de Autor/A Seita.
Marco
Há
obras - e/ou edições… - que ficam como marcos, para lá das suas
qualidades intrínsecas. É o
caso de Tex
- Noite longa em Cayote.
Fórum da Maia
O Maia BD decorre de 23 a 26 de Maio, mais uma vez no Fórum da Maia e o que se destaca para já é o belo lote de convidados, entre os quais muitos autores estrangeiros, numa clara aposta no crescimento de um certame situado a Norte mas que parece querer afirmar-se a nível nacional.
Os nomes estão já a seguir.
Muitas
e boas… mas nada fragéis
Seduzido
por uma bela capa e pelas (muitas e) boas referências que tinha lido
sobre a obra, avancei por impulso para Parker Girls.
Foi uma entrada auspiciosa no universo criado por Terry Moore.
Quando
a História ultrapassa a ficção
Mais
de 50 anos após o 25 de Abril de 1974, a banda desenhada nacional
continua a desaproveitar o que se viveu em Portugal durante a
ditadura - e mesmo durante os primeiros e conturbados anos após a
Revolução dos Cravos. Há alguns exemplos é verdade mas poucos
tendo em conta o enorme potencial da temática, quer ficcionalmente,
quer do ponto de vista histórico.
A Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) informa que se encontram abertas, de 27 de Abril a 27 de Maio de 2026, as candidaturas ao Prémio Nacional de Banda Desenhada.
Todas as informações já a seguir.
Museu do Vinho Bairrada - Anadia