Thorgal
é sem qualquer dúvida uma das séries de BD da minha vida. Descobri-o,
deslumbrado, no Mundo de Aventuras; (re)li-o aos soluços em edições
de vária proveniência: Bertrand, VHS, Futura...; ganhei absoluta
consciência da sua importância e qualidade ao ler de seguida uma
vintena de álbuns em francês; acompanhei-o, depois, mais
intermitentemente do que desejava, até ao fim do ciclo de Van Hamme,
um pouco mais até, com um Sente desinspirado - como quase sempre,
vinco… - que me levou aos poucos a deixar uma série que combinava
de forma perfeita passado e futuro, aventura e ficção científica,
um realismo e sobrenatural.
Há
muito apreciador das séries de aventuras franco-belgas, tenho
Thorgal
- pelo menos até Yves Sente assumir o argumento - como uma das
minhas escolhas de eleição.
O
anúncio do lançamento de Thorgal
Saga -
na prática aquilo que mais comummente se designará por 'Thorgal
de autor' - aguçou-me o apetite e evocou um sem número de memórias.