Neste Balanço
de 2025, no que à BD diz respeito, aqui no blog As
Leituras do Pedro,
cabe
hoje a vez à personalidade do ano.
E
se esta tem sido uma ‘categoria’ raramente presente nos meus
balanços, este ano assumiu-se como necessária, tanto quanto como
evidente, pois 2025 foi, sem qualquer dúvida, o ano de…
...Luís Louro.
Enquanto autor incontornável no panorama nacional [nos últimos 40 anos] e pelo incomum - mas justo - reconhecimento público, bem para lá do meio da banda desenhada portuguesa.
Comecemos por aqui. Em 2025, Luís Louro foi agraciado pela Câmara Municipal de Lisboa com a Medalha Municipal de Mérito Cultural, em Março, em Abril viu os CTT lançarem uma emissão filatélica com quatro das suas personagens e, sensivelmente meio ano volvido, em Novembro, recebeu das mãos do presidente Marcelo Rebelo de Sousa a Ordem de Mérito.
Mas, para além disso, em termos criativos, proporcionou-nos uma das suas obras mais marcantes: Os Filhos de Baba Yaga.
Que, justamente, após o Troféu de Honra com que o Amadora BD o distinguiu em 2024, a consequente exposição retrospectiva no festival deste ano - na senda da que esteve no Coimbra BD - recebeu o troféu [e o cheque] para Melhor Obra de Autor Português.
...no mesmo local em que foi lançado Luís Louro - Uma Vida a Trabalhar para o Boneco, de Francisco Lyon de Castro, uma longa biografia sobre os seus (primeiros!) 40 anos de carreira, que inclui depoimentos de dezenas de personalidades de várias artes.
(clicar nas imagens para as aproveitar em toda a sua extensão; clicar nos textos a cor diferente para saber mais sobre os temas destacados)







Sem comentários:
Enviar um comentário