Prossegue
hoje o Balanço de 2025, no que à BD diz respeito, aqui no blog As
Leituras do Pedro.
E,
se
há
título que, com propriedade, pode ser designado como o livro do ano,
ele é, indiscutivelmente…
... Astérix na Lusitânia, 41.º álbum da série que trouxe finalmente Astérix, Obélix e Ideiafix ao nosso país, onde foram muito bem acolhidos e onde teve uma tiragem - e vendas - nunca vistas.
Idolatrado por alguns, amado por mais, objeto de ódio para outros, lido por muitos, comprado por mais ainda, para além de um bestseller - e não só em Portugal… - ele é também um conseguido retrato/caricatura de Portugal e dos portugueses. Do ponto de vista dos chauvinistas franceses, claro está. Embora não seja muito difícil reconhecermo-nos em muitos dos aspectos que Fabcaro e Conrad nos apontaram.
Para além disso, a natural hiper-mediatização, mesmo que colateralmente, chamou a atenção para a BD e pode pontualmente ter recuperado leitores que se tinham afastado.
À Leya/ASA que, muito bem, proporcionou uma série de brindes alusivos que certamente serão disputados por coleccionadores nacionais e estrangeiros, faltou um bocadinho de coragem para apostar numa edição especial, mais luxuosa, que certamente seria também um sucesso.
(clicar nas imagens para as aproveitar em toda a sua extensão; clicar nos textos a cor diferente para saber mais sobre os temas destacados)


Estranhamente a tradução/adaptação tem um problema inicial que não ajuda nada a uma melhor divulgação da BD. A utilização da expressão: "ó pá". Bom ano de 2026 para todos.
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