No
início deste século, dois autores talentosos, os norte-americanos
Jeph Loeb e Tim Sale, decidiram pintar os super-heróis com cores
específicas, de acordo com as características que viam neles e
segundo as histórias que queriam contar. Essas narrativas, que se
desviavam da linha canónica das personagens, mas sem renegar nada da
sua essência, assumiram títulos evocativos do tom da paleta que
predominava: Homem-Aranha:
Azul,
Demolidor:
Amarelo,
Hulk:
Cinza
ou Capitão América: Branco.