Não
sei se Chabouté conhece - mas duvido… - o célebre slogan
acima, criado pelo Turismo de Portugal já lá vão mais de 30
anos, mas Partir, ficando é a sua ilustração perfeita,
levando o conceito a um minimalismo que pode ser considerado absurdo
mas que deverá servir para que - literalmente - abramos os olhos.
Táxi
Amarelo
é mais uma prova - completamente desnecessária porque isso é algo
adquirido - do talento narrativo de Chabouté, do seu virtuosismo a
preto e branco, comprovado pelo facto de serem as páginas sem texto
aquelas que adquirem maior impacto - visual e narrativo.