“Deve
ser penoso escrever centenas e centenas de páginas quando já se
sabe o nome do culpado!”
A afirmação, dita por um empregado de café ao homem que todas as
tardes vem para o estabelecimento escrever romances sentimentais,
ecoa após a conclusão da primeira das narrativas que compõem
Amore,
uma co-edição Arte de Autor/A Seita.