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15/06/2020

Cisco Kid #2 El robo de Diablo

Fora das normas

Cisco Kid, como (quase) todas as séries de western, obedece a uns quantos estereótipos -expectáveis - pelo que é necessário procurar noutros aspectos as razões para o seu sucesso e a validação da sua leitura - (ainda) aconselhável… mais de meio século após a sua publicação. No caso presente, a soberba arte de José Luís Salinas e, apesar de tudo, aquilo que distingue este western - a temática romântica e o posicionamento quixotesco de Cisco - da maioria dos outros.
Ou não, quando as narrativas com que nos deparamos contrariam as ‘normas’ acima expressas e se sustentam por si só.

17/09/2019

Mundo de Aventuras #774

 20142 dias depois





Consegui, finalmente obter aquela que é, aparentemente, a única edição de BD editada em Portugal no dia em que eu nasci - mas confesso que a procurava apenas há uma meia dúzia de anos e de forma descontraída…
Edição que que apresentava o atractivo extra de ser um número da revista - o Mundo de Aventuras - em que fiz a minha aprendizagem dos quadradinhos.

17/06/2018

Cisco Kid

 
Semana do Western I
Começa hoje, com Cisco Kid, uma semana que As Leituras do Pedro vão dedicar ao Western.
Este Cisco Kid, recuperado em edição cuidada, como habitualmente, da Libri Impressi, de Manuel Caldas, é uma criação clássica e impoluta, irrealista na sua genuinidade e na sua ingenuidade, embora igualmente capaz de conquistar leitores, embora por motivos diferentes.

28/01/2013

Rusty Riley, 65 anos


Um rapaz, um cavalo e um cão









A 26 de Janeiro de 1948, estreava-se nos quadradinhos norte-americanos um novo pequeno herói, Rusty Riley de seu nome, que os leitores do “Mundo de Aventuras”, a publicação portuguesa que mais destaque lhe deu, recordarão certamente como Pedrito.

A estreia portuguesa da série aconteceu nesse mesmo ano, no n.º 537 do “Diabrete”, tendo o jovem órfão, igualmente rebaptizado como Pepe ou Pedro, passado de igual modo pelas páginas do “Condor”, “Colecção Águia” ou “Ciclone”, entre outras.
No original subintitulado “um rapaz, um cavalo e um cão”, narra, num tom muitas vezes neo-realista, pelo retrato duro que expressa das franjas da sociedade norte-americana, como Rusty, um adolescente de 14 anos, foge do orfanato onde estava com o seu cão Flix, indo trabalhar para um criador de cavalos, Mr. Miles, acabando mesmo por se tornar jóquei.
As suas aventuras, frequentemente de tom dramático, sempre com um lado humano, oscilam entre o desportivo e o policial, quase sempre tendo ao seu lado Patty, a filha de Miles.
Escrita por Rod Reed, esta banda desenhada destacou-se pela qualidade do traço elegante, realista, fino, expressivo e detalhado e pelo sombreado de Frank Godwyn, já conhecido como criador a solo de outra tira diária de sucesso, “Connie”, cujos destinos guiou entre 1927 e 1944.

À tira diária original, a partir de Junho do mesmo ano juntou-se uma prancha dominical, escrita por Harold Godwin, irmão de Frank que também assegurava o seu grafismo.
Distribuído pelo King Features Syndicate, “Rusty Riley” não resistiria à morte do seu desenhador, devido a um ataque cardíaco, a 5 de Agosto de 1959, concluindo a publicação em 1 de Novembro desse ano, já com as últimas pranchas desenhadas por Bob Lubbers.
Nos Estados Unidos, a Classic Comics Press anunciou para a Primavera de 2013 o primeiro volume da reedição integral de “Rusty Riley”.

(Versão revista do texto publicado no Jornal de Notícias de 27 de Janeiro de 2013)



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