Parece
(quase) a pedido: depois do que eu escrevi como intróito a propósito
de A Fuga, a
verdade é que nessa últimas semanas se têm multiplicado as obras
de autores portugueses que de algum modo abordam quer o tempo da
ditadura, quer a guerra colonial, quer os anos que se seguiram à
Revolução dos Cravos.