Adaptar
Tenho tido uma relação desigual com as obras de Marcelo
Quintanilha.
Descobri-o - agradavelmente - em Sábado dos meus amores (2009), reencontrei-o no muito interessante Tungsténio
(2014), fiquei deslumbrado com o avassalador Talco de Vidro (2015) e, depois, desiludido com Hinário Nacional (2016).
O Ateneu (2012), um
regresso ao passado criativo do autor pela Polvo, é uma adaptação literária que
proporcionou o ‘nosso’ reencontro mais recente.
















