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13/05/2015

Ric Hochet, a nova colecção ASA/Público








As Leituras do Pedro estão em condições de divulgar em primeira mão que Ric Hochet será o protagonista da próxima colecção de banda desenhada da ASA, distribuída com o jornal Público.
Datas, títulos e algumas considerações já a seguir.

19/05/2015

Os Piores Inimigos de Ric Hochet: as capas e uma rectificação





O alinhamento da colecção Piores Inimigos de Ric Hochet, que a ASA e o jornal Público vão disponibilizar a partir do próximo dia 3 de Junho, como As Leituras do Pedro já tinham anunciado, sofreu uma alteração.
A mudança deve-se ao facto de O Número Maldito ter uma continuação, pelo que se optou por incluir no alinhamento O Coleccionador de Crimes, que dá continuidade àquele álbum. Desta forma, em relação à listagem original, fica de fora da colecção O Derradeiro Duelo.
Como anunciado anteriormente cada álbum custará 5,40 € sendo agora possível adiantar que as capas serão brochadas com badanas.
Já a seguir, a lista completa dos títulos da colecção Piores Inimigos de Ric Hochet bem como as capas desta edição portuguesa.

30/06/2015

Os Piores Inimigos de Ric Hochet em Julho

ASA / Público






Já a seguir, sinopses e capas dos álbuns da colecção Os Piores Inimigos de Ric Hochet, editados pela ASA e distribuídos à quarta-feira, durante o mês de Julho, com o jornal Público.

20/08/2015

Descansa em paz, Ric Hochet!














Um dia depois de ter chegado ao fim a colecção Os Piores Inimigos de Ric Hochet, disponibilizada pela ASA e pelo jornal Público ao longo das últimas 12 semanas, volto ao seu início e àquele que foi, sem dúvida, o álbum mais interessante desta parceria.

02/06/2015

Os Piores Inimigos de Ric Hochet em Junho



Começa a ser distribuída amanhã com o jornal Público, a nova colecção de banda desenhada da ASA, como As Leituras do Pedro já tinham anunciado.
Tem por título Os Piores Inimigos de Ric Hochet e é constituída por 12 álbuns simples, com o preço unitário de 5,40 €.
As capas, estão já a seguir.

22/06/2015

Ric Hochet contra o Carrasco











Saltando voluntariamente o volume inicial desta colecção – a que voltarei, mas que pertence a outro ‘campeonato’ – considero que este é o primeiro ‘grande’ título de Os Piores Inimigos de Ric Hochet.
Entre ingenuidade narrativa e nostalgia, tento explicar porquê já a seguir.

15/05/2020

Ric Hochet #4: Tombé pour la France

Uma questão de nome…






Tenho repetidas vezes elogiado aqui Zidrou - um dos meus argumentistas de referência e presença regular neste blog  - mas há duas coisas que não lhe perdoo em relação a Ric Hochet: a (tentativa de) modernização do jornalista/detective imaginado por Duchateau e Tibet e a escolha/aceitação (continuada) de Van Liemt como seu desenhador.

05/08/2015

Os Piores Inimigos de Ric Hochet em Agosto

ASA / Público






Já a seguir, sinopses e capas dos álbuns deste mês da colecção Os Piores Inimigos de Ric Hochet, editados pela ASA e distribuídos à quarta-feira, com o jornal Público.

15/04/2010

Ric Hochet #77 – Ici 77!












André-Paul Duchateu (argumento) Tibet (desenho) Éditions du Lombard (Bélgica, Março de 2010) 222 x 295 mm, 48 p., cor, cartonado

Nota Introdutória Apesar de ter sido leitor fiel do Mundo de Aventuras – o que diversificou e tornou mais heterogénea a minha formação aos quadradinhos – li também o Tintin quase todo, em revistas emprestadas. E entre os seus heróis, um houve que marcou a minha infância e adolescência, Ric Hochet, o jornalista/detective, que inspirou muitas das minhas brincadeiras. 

10/05/2013

Hallali pour Ric Hochet








A. P. Duchateau (argumento)
Tibet (desenho)
Le Lombard
França, Janeiro de 1979
223 x 295 mm, 48 p., cor, cartonado
8,30 €


Paixão de adolescência – a que reconheço hoje alguma ingenuidade – regresso recorrentemente a Ric Hochet, não esperando ser surpreendido pelas intrigas policiais de Duchateau e Tibet, antes com a certeza (e a segurança?) do que vou (re)encontrar.

28/12/2024

Ric Hochet - Histórias Curtas

Mais outra vez, mais outro herói

Um pouco a exemplo de Michel Vaillant e Chevalier Ardent, mas contrariando o tom mais maduro deste último, também Ric Hochet possui um elevado número de histórias curtas, provenientes igualmente da Tintin Pocket Séléction, Super Tintin e de números especiais.

31/03/2010

Ric Hochet, 55 anos

















Ric Hochet, o simpático jornalista parisiense com propensão para investigar crimes, criado por André-Paul Duchateau e Tibet, completou ontem 55 anos e a festa poderia ser bem maior, se o desenhador não tivesse falecido no passado dia 12 de Janeiro. Mesmo assim, a data fica marcada pelo lançamento este mês de dois novos títulos pela Lombard.

26/06/2015

Ric Hochet: A Pista Vermelha












‘Branqueamento de criminosos’, à base de operações ao cérebro e troca de corpos, e o reencontro com um velho adversário são a base de A Pista Vermelha, o quarto álbum da colecção Os Piores Inimigos de Ric Hochet, que a ASA está a distribuir como jornal Público, à quarta-feira.

21/11/2016

Les Nouvelles Enquêtes de Ric Hochet #2: Meurtres dans un jardin français








E, como muitos pensavam, a transformação numa série em curso do que não devia ser mais do que uma bem conseguida homenagem a um dos heróis mais populares da revista Tintin, revelou-se um grave erro.

30/10/2010

Ric Hochet #78 – À la poursuite du griffon d’or













André-Paul Duchateu (argumento) Tibet (desenho) Éditions du Lombard (Bélgica, Outubro de 2010) 222 x 295 mm, 48 p., cor, cartonado 

 Se geralmente um álbum de banda desenhada é valorizado pela sua história – seja pela sua originalidade, seja pela forma como está escrito - e/ou pelo seu desenho – a sua qualidade gráfica, a sua originalidade mais uma vez, as técnicas e estilos adoptados – este 78º tomo das aventuras de Ric Hochet vale mais como um documento.

07/12/2023

Ric Hochet #62 B.D. Meurtres

Na BD, outra vez...




Há dias, a propósito de uma história de Dylan Dog, evoquei bandas desenhadas que decorrem e/ou se alimentam do meio em que são narradas e, por um daqueles acasos curiosos, uma outra, precisamente esta B.D. Meurtres, veio parar-me às mãos.

09/10/2025

Ric Remix

Ric Hochet a cinco tempos




Ric Remix é um puro exercício de estilo.
O seu autor, DJ Vandermeulen, partiu de vinhetas dos muitos álbuns que Tibet e Duchateau criaram com as aventuras do jornalista-detective Ric Hochet, para mostrar a (inusitada) violência existente na série, num exercício curioso e, na verdade, desafiante, de decomposição e recomposição dos originais.

05/01/2011

Jornalistas nos quadradinhos

No passado dia 2, foi publicada a derradeira tira diária de Brenda Starr. Estreada nos jornais norte-americanos a 30 de Junho de 1940, a heroína criada por Dale Messick foi uma das primeiras da extensa linhagem de jornalistas dos quadradinhos.

Curiosa-mente – ou talvez não – os heróis de papel raramente são reconhecidos pelo que fazem na sua profissão. Tintin, o mais antigo (?) e o mais famoso jornalista europeu da BD, é conhecido como “o repórter que nunca escreveu uma linha”; o que não deixa de ser falso, pois o herói criado por Hergé em 1929, produziu uma – única mas - volumosa reportagem nas páginas iniciais da sua primeira aventura “No país dos Sovietes”, embora os seus eventuais escritos sobre a estadia em África tenham sido avidamente disputados. Do outro lado do oceano, dois dos mais famosos, o repórter Clark Kent e o fotógrafo Peter Parker, usam-na apenas como fachada para esconder a sua identidade de super-herói, respectivamente, Super-Homem e Homem-Aranha. O que não impede que parte da acção das suas histórias decorra na redacção dos respectivos jornais – Daily Planet e Daily Bugle - e que, no primeiro caso, Jimmy Olsen e Lois Lane, vivam mesmo aventuras a solo. Esta última, receberia mesmo um prémio Pulitzer no filme Superman Returns (2006). Tal como aconteceu em 1992, na vida real, com “Maus”, de Art Spigelman, uma obra biográfica sobre a vida do seu pai no campo de concentração de Auschewitz. Mas esta temática – a BD reportagem, ficará para outra vez, pois levar-nos-ia para longe do tema actual.

A constatação atrás expressa só vem reforçar que a escolha da profissão de jornalista pelos autores serve, antes de tudo, como fácil mas credível justificação às constantes deslocações dos protagonistas para os locais onde tudo acontece e também para acederem à informação com maior facilidade. É o que se passa com outra personagem de topo da escola franco-belga, o jornalista-detective Ric Hochet, criado em 1955 por Duchateu e Tibet, que entre perse-guições emotivas, a descoberta de intrincados mistérios e o espatifar do seu chamativo Porsche amarelo tem ainda tempo para escrever no jornal La Rafale. Igualmente membro de uma redacção, Fantásio, alterna o seu quotidiano entre as grandes reportagens e a vida na redacção da revista que tem o nome do seu companheiro Spirou, onde sofre e se exaspera com as partidas e disparates de Gaston Lagaffe, a incontornável criação de Franquin.
Entre aqueles cuja relação com a profissão é mais forte, conta-se Ernie Pike, correspondente de guerra da autoria de Oesterheld e Hugo Pratt, em 1957, que percorreu as principais frentes da II Guerra Mundial, testemunhando de forma crua e realista os seus dramas, horrores e feitos heróicos. Muito importante, embora não seja o protagonista, é o papel do jornalista Willy Richards (vulgo Poe dada à sua semelhança física com o célebre escritor), no western Bonelli Mágico Vento (mensalmente distribuído nos quiosques nacionais), pela forma como se move nos meios governamentais onde obtém informações cruciais para as narrativas e pela contextualização histórica que o seu criador, Manfredi, assim lhes imprime.

Steve Roper, Jeff Cobb, Frank Cappa, Guy Lefranc ou Jill Bioskop são alguns outros nomes de heróis jornalistas, capazes de evocar recordações nos que estão mais familiarizados com os quadradinhos, mas a geração que leu a BD Disney nos anos 70 e 80, com certeza recorda, divertida, as muitas confusões criadas pelos repórteres Donald e Peninha do jornal A Patada. Quanto á geração jovem actual, vibra com as reportagens e peripécias de Geronimo Stilton, director do Diário dos Roedores, principal quotidiano da Ilha dos Ratos, que embora nascido em romances juvenis, também já protagoniza aventuras aos quadradinhos.
E se muitos deles têm evoluído da imprensa escrita para a online – como é o caso de Peter Parker ou Ric Hochet, em histórias mais recentes – a perda de audiência dos jornais impressos poderá ser uma das explicações para o fim da carreira de Brenda Starr, quase 70 anos após o seu primeiro quadradinho, numa altura em que se destacava por ser mulher, tal como a sua criadora, num mundo em que imperavam os homens. Aliás, foram sempre mulheres que estiveram aos comandos do destino desta jornalista de investigação, elegante, inteligente e sensual, como o seu modelo, a actriz Rita Hayworth, em casos policiais com muita acção e romance.

Se a banda desenhada portuguesa nunca foi pródiga em heróis (entenda-se o termo como referindo-se a personagens recorrentes), não surpreende que seja difícil encontrar nela protagonistas ligados à comunicação social.
Um dos casos mais curiosos é o de Maria Jornalista, heroína de uma dezena de histórias de duas pranchas que os leitores da Notícias Magazine descobriram durante 1994, mas que nunca foram compiladas em livro.
Passados em diversos locais de Portugal (Viana, Porto, Aveiro, Sintra, Lisboa, …), nalguns casos com referência a personagens reais (Rosa Mota, Jorge Sampaio, Manuela Moura Guedes), cada episódio teve um autor diferente (José Abrantes, Crisóstomo Alberto, Fernando Bento, Luís Diferr, José Garcês, Catherine Labey/Jorge Magalhães, Luís Louro, Baptista Mendes, José Ruy e Ana Costa/Augusto Trigo), que lhe imprimiu o seu próprio estilo gráfico e temático, em narrativas que variaram do humor ao policial, do turístico ao onírico, da denúncia social ao fantástico.

(Versão alargada do texto publicado no Jornal de Notícias de 4 de Janeiro de 2011)

24/04/2017

Beaux Arts HS Polar & BD

Abrangência





Segmento do mercado de BD claramente em alta no espaço francófono, os números especiais de revistas (mais ou menos) genéricas dedicados à BD, têm neste Beaux Arts Hors Série Polar & BD, actualmente distribuído em (alguns quiosques de) Portugal, um dos seus exemplos mais recentes.
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