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24/07/2026
Tex e os portugueses
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20/07/2026
Tex - O Tigre ataca outra vez
De que lado?
Continuando a ressuscitar - mais figurada que literalmente - personagens marcantes da longa cronologia das aventuras de Tex Willer, Mauro Boselli desta vez leva-nos de novo ao encontro do Tigre Negro, aqui na sua quarta aparição na série, algo que poucos - ou mais nenhum? - dos adversários de Tex se podem gabar, com excepção talvez de Mefisto.
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19/03/2021
Tex Edição Especial Colorida #14
O tamanho, o tamanho...
Regresso
ao tema das histórias curtas, com duas afirmações que sei que
podem ser
polémicas:
-
É possível uma história curta transmitir tanto prazer ao leitor
quanto uma história longa;
-
Uma história curta pode dar tanto ou mais trabalho (a escrever) que
uma longa.
Justifico-me
já a seguir.
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17/05/2018
Tex: A pista dos fora-da-lei
O
subtítulo acima - por muito estranho que possa soar em relação a
uma personagem com 70 anos de existência ininterrupta e que tem
sabido actualizar-se e manter-se moderno - tem uma dupla explicação.
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12/09/2014
Tex Gigante #28 – Os Pioneiros
Se Tex raramente consegue surpreender
(no sentido de fuga ao seu estereótipo), também raras vezes desilude aqueles que procuram um western
consistente e tradicional (no bom sentido).
Os
Pioneiros, confirma – pela positiva – o que atrás está escrito.
A minha leitura de uma edição já à venda em
Portugal – apesar de não ter sido anunciada… - está à distância de um clique.
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24/04/2014
Tex Ouro #67: Ópio!
Depois de J.Kendall #104: Sem remorsos e de The WalkingDead #7: A calma antes, volto (ainda) mais uma vez, fortuitamente, sem o
ter agendado, à questão da construção das histórias.
Desta vez, para responder à pergunta que,
possivelmente, muitos leitores de BD já (se) colocaram: quando inicia o seu
trabalho, o argumentista sabe como vai conduzir a narrativa até ao final em que
pensou?
A resposta – uma das respostas possíveis – já a
seguir.
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27/10/2009
Almanaque Tex #30
O preço da honra/A força do destinoClaudio Nizzi (argumento)
Venturi (desenho)
Mythos Editora (Brasil, Setembro de 2006)
135 x 178 mm, 228 p., pb, brochado
Resumo
Santos, um jovem apache que trabalhava para o exército como batedor, comete um brutal assassinato à vista de todos. Para descobrir o porquê daquele crime inexplicável, Tex tem que mergulhar no seu passado em busca da resposta, contando ao seu filho Kit e a Kit Carson a história do pai de Santos, o terrível guerreiro conhecido como Lobo Raivoso.
Desenvolvimento
Numa série como Tex, com produção regular mensal (com tudo o que de bom e de mau este conceito acarreta), e uma qualidade média bastante razoável, as histórias mais interessantes, a nível de argumento, para mim, acabam por ser aquelas que fogem mais aos estereótipos normalmente associados ao herói. Ou pela abordagem de temáticas distintas ou por se atreverem a um tratamento diferente do (tão imutável) protagonista (que é assim, porque é assim que os leitores gostam, por muito que alguns "críticos" gostassem de ver outras temáticas/situações/personagens nas suas histórias).
Um desses casos é o diptíco publicado neste número do Almanaque Tex, colecção que publica histórias inéditas de Tex originalmente publicadas na série italiana "Almanacco del West" ou histórias que ficaram por publicar quando era a Editora Vecchi a responsável pela edição brasileira de Tex (porque o herói Bonelli, no Brasil, já passou pelas mãos das editoras Vecchi, Rio Gráfica, Globo e Mythos, embora mantendo sempre a numeração aquando das mudanças de editora).
Numa história recente, de 2006, como habitualmente bem narrada e estruturada, funcionando à base de constantes flash-backs, aparentemente dentro dos códigos que regem um dos mais famosos e populares westerns europeus, há uma diferença fundamental: Tex, geralmente dono e senhor da situação, infalível e (quase) omnipotente, falha estrondosamente. E logo por três vezes. Primeiro, quando não consegue evitar o fim trágico de Natay, o índio rebelde que quase lhe rouba o protagonismo da narrativa. Depois, quando não consegue que o verdadeiro criminoso, o oficial do exército corrupto, seja levado à justiça. Finalmente, quando não consegue evitar ou pelo menos atenuar o castigo (apesar de tudo justo) do seu assassino. Motivos suficientes - mas há mais, que deixo aos leitores descobrir - para mergulhar na leitura destas mais de 200 páginas.
Numa história recente, de 2006, como habitualmente bem narrada e estruturada, funcionando à base de constantes flash-backs, aparentemente dentro dos códigos que regem um dos mais famosos e populares westerns europeus, há uma diferença fundamental: Tex, geralmente dono e senhor da situação, infalível e (quase) omnipotente, falha estrondosamente. E logo por três vezes. Primeiro, quando não consegue evitar o fim trágico de Natay, o índio rebelde que quase lhe rouba o protagonismo da narrativa. Depois, quando não consegue que o verdadeiro criminoso, o oficial do exército corrupto, seja levado à justiça. Finalmente, quando não consegue evitar ou pelo menos atenuar o castigo (apesar de tudo justo) do seu assassino. Motivos suficientes - mas há mais, que deixo aos leitores descobrir - para mergulhar na leitura destas mais de 200 páginas. Curiosidade
Se o desenho de Venturi é profissional q.b., eficiente, expressivo e dinâmico, não deixa de ser interessante reparar como o Tex das situações em flash-back é igualzinho ao Tex das cenas passadas na actualidade. Isto, apesar dos cerca de 20 anos que medeiam entre as duas. Mais uma prova da imutabilidade de Tex e de que os grandes heróis são mesmo eternos!
(versão revista e actualizada do texto originalmente publicado no BDJornal #22 de Junho/Julho de 2007)
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