Três
irmãs,
é exemplo daquilo que podemos esperar hoje no nosso país: edições
improváveis, de criadores desconhecidos, mas que têm algo para nos
dizer. Integrada na colecção
Busztyn, que é como quem diz Âmbar, em polaco, que A
Seita criou para trazer “para Portugal o melhor da banda desenhada
polaca contemporânea”, tem autoria de Anna Poszepczyńska
e valeu à autora o Orienty Men Award, atribuído pelo
Festival de Comics de Varsóvia.
Passei
pelo Convento São Francisco, mais uma vez sede do Coimbra BD, no
sábado e o mínimo que posso dizer é que passei bem. Entre
a apresentação do meu livro, autógrafos próprios e de outros,
reencontro com amigos e conhecidos e conversas animadas, trouxe boas
recordações de um festival que deu um passo em frente.