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23/05/2022

Capitão América 80 anos - Especial de aniversário

Viva o Rei!


Assinalando os 80 anos da estreia do Capitão América - em Dezembro de 1940 ou em Março de 1941, conforme seja considerada a data de chegada a bancas da sua revista #1 ou a data nela impressa - a Marvel decidiu homenagear o mais americanos dos super-heróis de forma original, oferecendo a várias dezenas dos seus autores a possibilidade de refazerem uma página de uma das suas histórias emblemáticas.
A análise ao resultado, actualmente disponível em algumas das nossas bancas e quiosques, está já a seguir.

18/11/2020

Os Vingadores #13 + Turma da Mônica Jovem #42 + Quarteto Fantástico: Etern4mente

Mais três

Entre descoberta, surpresa e confirmação - ou até um pouco de tudo, em todas - deixo três referências rápidas a outras tantas publicações da Panini Comics Brasil, distribuídas/a distribuir este mês em (alguns) quiosques e bancas portuguesas.

16/09/2019

Capitán América: El hombre sin patria

Para além do tempo







Todos sabemos que o tempo e a distância têm influência na forma como lemos uma qualquer obra.
Algumas não conseguem passar esse crivo, outras mantêm uma frescura que, no caso presente, não deixa de ter algo de surpreendente.

23/01/2018

Os Vingadores (série II), vol. 2

Modas e manias



Os tempos recentes - na verdade talvez não tão recentes assim… tudo depende do peso que dermos à palavra ‘recente’ - trouxeram a moda - ou a mania? - de dotar (quase?) todos os heróis, todos os protagonistas, de infâncias difíceis, umas vezes órfãos, outras vezes maltratados, por vezes abusados sexualmente...
Para realçar o seu valor presente? Para ‘normalizar’ o que deveria ser - e felizmente ainda é - excepção?

18/07/2017

Capitão América: O Escolhido

Conceito





Mais que uma personagem nesta história - embora seja seu co-protagonista e o fundamental da sua origem passe perante os nossos olhos - o Capitão América em O Escolhido é mais um conceito, uma forma de estar e viver segundo quatro princípios: coragem, honra, lealdade, sacrifício.

05/07/2017

Nas bancas: Capitão América - Morte de uma lenda

(nota informativa disponibilizada pela editora)

CAPITÃO AMÉRICA: MORTE DE UMA LENDA
Argumento de JEPH LOEB & J. MICHAEL STRACZYNSKI
Arte de LEINIL YU, ED McGUINESS, JOHN ROMITA JR, DAVID FINCH & JOHN CASSADAY
“Durante mais de 70 anos, o Capitão América lutou para proteger a sua pátria amada, até ser mortalmente baleado por um misterioso assassino. Agora, a comunidade dos super-heróis terá de encontrar forma de lidar com a dor provocada pela perda de um dos seus melhores membros, e pelo papel que poderão ter tido na morte do Capitão América.”

20/03/2017

Capitão América: Branco

Duas leituras






Há duas leituras possíveis - pelo menos… - para este Capitão América: Branco.
A primeira, mais simplista é encará-lo - apenas... - como uma história ambientada na II Guerra Mundial.

16/03/2017

Capitão América: Uma nova era

Os EUA e o terrorismo





Com os atentados de 11 de Setembro de 2001, a América – bem como os seus (super-)heróis –descobriu um novo inimigo: o terrorismo.
Uma forma mais brutal de assassinar, de exercer vinganças básicas, sem a cobertura (ilusória) das guerras.
Ou, conforme os pontos de vista, uma resposta à opressão…

04/05/2016

Capitán América: Blanco







No início do século XXI, Jeph Loeb e Tim Sale, entre outros aspectos relevantes, destacaram-se pela original abordagem com base em cores feita a alguns dos super-heróis Marvel.
Há oito anos, retomaram a ideia ‘pintando’ o Capitão América de branco.

22/09/2015

Capitão América: Sonhadores americanos









Ed Brubaker é, hoje, para mim, um dos poucos argumentistas de super-heróis que me faz comprar uma edição.
Foi o seu nome – embora não só, mas já lá irei – que me fez embarcar neste Capitão América: Sonhadores americanos, nono volume da colecção Poderosos Heróis Marvel da Levoir, distribuída às quintas-feiras com o jornal Público, e a verdade é que, mais uma vez, apesar das surpresas, não saí desiludido.

18/02/2015

Capitán América: Las Batallas del Bicentenario












O reencontro do Capitão América com o seu criador gráfico – ou será o contrário? – e uma viagem daquele por alguns dos momentos marcantes da História norte-americana, é a proposta deste volume que tem na sua quase totalidade a assinatura de Jack “King” Kirby.

25/06/2014

Capitão América: Perdido na Dimensão Z












Chega hoje às bancas o quarto TPB Marvel Now!, versão portuguesa, dedicado desta vez ao Capitão América, depois dos protagonizados pelo Homem-Aranha, Vingadores-X e Guardiões da Galáxia.
A minha leitura, já a seguir.

16/10/2012

Capitán América - El hombre que compró América

 
 
 
 
 
Colecção Marvel Deluxe - Capitán América #8
Ed Brubaker (argumento)
Steve Epting, Mike Perkins, Roberto de la Torre, Rick Magyar, Fabio Laguna (desenho)
Frank D’Armata (cor)
Panini Comics (Espanha, Setembro de 2012)
175 x 265 mm, 152 p, cor, cartonado
16,00 €
 
 
Resumo
Compilação dos comics Captain America vol. 5, #37 a #42, da edição original norte-americana, consolida Bucky Barnes/o Soldado Invernal como o novo Capitão América, não sem que antes ele tenha de defrontar alguém com as mesmas aspirações, ao mesmo tempo que os planos urdidos pelo Caveira Vermelha são finalmente derrotados.
 
Desenvolvimento
Este tomo é o último do tríptico que narra o assassinato do Capitão América, no final da Guerra Civil que abalou o universo Marvel, e os acontecimentos subsequentes que levaram a ajustes importantes no seu seio.
Por isso, não deve ser lido isolado, mas como fecho de uma longa saga iniciada em “La muerte del Capitán América” (Colecção Marvel Deluxe - Capitán América #5) e que prosseguiu em “El peso de los sueños” (Colecção Marvel Deluxe - Capitán América #6), da mesma forma que este meu texto precisa também do complemento do que escrevi atrás sobre os outros dois tomos, até porque evitei repetir as ideias até agora expressas.
Nele, Brubaker continua a sua reconstrução do mito do Capitão América, revisitando ou evocando diversos momentos da sua cronologia para dar consistência à narrativa, que vai orientando entre o conflito com os seguidores do Caveira Vermelha e as cenas dialogadas em que Bucky tenta justificar a opção de vestir o uniforme do herói caído, num crescendo de tensão que culmina num confronto entre dois capitães América!
E se a linha condutora de Brubaker – e a sua mestria narrativa – se mantêm ao longo de toda a saga, bem pensada, delineada e exposta, pena é que a participação de Steve Epting tenha passado a ser intermitente, com a imagem gráfica a ressentir-se bastante e o traço a tornar-se rude e até indefinido, sem o cunho hiper-realista que o caracterizava e ajudava à ligação entre a ficção de super-heróis e a realidade, pois são vários os aspectos quotidianos nela incluídos.
Em jeito de resumo, como ideia central, fica a forma como Ed Brubaker destrói, justifica, releva e restaura o mito, encerrando um ciclo e abrindo as portas para outro novo. Porque, se este é concluído de forma no mínimo competente e, algumas vezes, mesmo brilhante, deixa também as pontas soltas suficientes para que tudo possa continuar.
 

05/10/2012

Capitán América - El peso de los sueños


 

 

  

Colecção Marvel Deluxe
Capitán América #6
Ed Brubaker (argumento)
Steve Epting, Butcht Guice e Mike Perkins (desenho)
Frank D’Armata (cor)
Panini Comics (Espanha, Maio de 2012)
175 x 265 mm, 152 p, cor, cartonado
16,00 €

 

Resumo
Compilação dos comics Captain America vol. 5, #31 a #36 da edição original norte-americana, mostra quem substituiu o Capitão América ao mesmo tempo que decorrem as investigações para saber quem esteve por detrás do seu assassinato.
 
Desenvolvimento
Depois de o volume anterior – “Capitán América #5: La muertedel Capitán América” – ter mostrado a morte do maior símbolo da América, no que aos comics diz respeito, e como isso afectou não só os que lhe eram mais próximos mas também, a população em geral, neste novo tomo Brubaker continua a explorar esse conceito, a diversos níveis.
Se é óbvio que a ideia inicial foi desde sempre substituir ou de alguma forma fazer ressuscitar o herói caído – é assim que a morte funciona no universo Marvel – o desenrolar do argumento, consistente e bem estruturado, com uma linha condutora forte e bem definida, leva a adiar esse (inevitável) regresso para bem dos leitores. Na verdade, isto permite que a intriga se desenvolva em diversos locais e em diversos contextos, tornando-a mais densa e estimulante, pois são várias as questões em jogo: recuperar o corpo do herói falecido, encontrar Sharon Stone a sua presumível assassina, acompanhar a evolução de Bucky Barnes como a nova encarnação do justiceiro, seguir a evolução da desesperada situação económica dos EUA e a ascensão política do senador Wright, desvendar até que ponto o dr. Fausto domina muitos dos intervenientes, impedir o seucesso dos planos orquestrados pelo Caveira Vermelha.
Mantendo um tom próximo do registo de espionagem e de policial negro, a narrativa tem neste tomo um significativo acréscimo das cenas de acção, depois do tom mais introspectivo do volume anterior. Assente na indefinição de Bucky Barnes quanto a assumir o (pesado) uniforme do Capitão América, privilegia os diversos confrontos entre ele, o Falcão, a Viúva negra e os operacionais da SHIELD, contra os seguidores do Caveira Vermelha e do dr. Fausto. Este último, assume um papel determinante em toda a trama, que só será entendido em toda a sua magnitude no terceiro e último volume, “El hombre que compró América”.
Bastante positiva é a utilização do suporte televisivo como instrumento narrativo e o facto da estratégia do vilão para ascender ao poder combinar o habitual lado violento com a intriga económica e política, o que reforça o realismo e a credibilidade do argumento, assim mais alicerçado em aspectos do nosso quotidiano.
Como última nota, a quem quiser e puder, sugiro uma comparação entre os níveis de violência apresentados por este novo Capitão América (e pelo relato em geral) com os que se podem ver, por exemplo, no (bem mais ingénuo) volume da colecção Heróis Marvel dedicado ao Capitão América, como reflexo de adequação dos quadradinhos a novos tempos – e à realidade.
 
A reter
- De novo a superior capacidade narrativa de Ed Brubaker…
- … e o trabalho gráfico num registo hiper-realista de Epting…
- … bem como a excelente edição, embora desta vez sem a inclusão de quaisquer extras.
 
Menos conseguido
- Quando se alcança o grau de realismo que Brubaker e Epting imprimiram ao “seu” Capitão América, uma personagem caricatural como o Caveira Vermelha acaba por surgir algo deslocada no conjunto.

  

27/09/2012

La muerte del Capitán América

 
 
 
 
 
 
 
Colecção Marvel Deluxe - Capitán América #5
Ed Brubaker e Brian Michael Bendis (argumento)
Steve Epting e Mike Perkins (desenho)
Frank D’Armata (cor)
Panini Comics (Espanha, Julho de 2011)
175 x 265 mm, 176 p, cor, cartonado
16,95 €
 
 
Resumo
Compilação dos comics Captain America vol. 5, #25 a #30 da edição original norte-americana, narra o assassinato do Capitão América, na sequência dos acontecimento do final da saga Guerra Civil, e como esse acontecimento afecta todos aqueles que de alguma forma estavam a ele ligados.
 
Desenvolvimento
Se é verdade que as maxi-sagas que recorrentemente abalam os universos da Marvel ou da DC Comics têm primeiramente um vincado intuito comercial, quer pelo impacto mediático, quer pela multiplicação de mini-séries a ela associadas que obrigam à compra de um sem número de edições, a verdade é que, após deixar assentar a poeira levantada, por vezes é possível encontrar boas histórias, especialmente nessas tais séries paralelas.
A Guerra Civil que (mais uma vez) revolucionou o universo Marvel em meados da década passada, não é excepção e o seu momento fulcral – a morte do Capitão América – é um dos casos atrás descritos.
Líder da resistência contra o registo obrigatório dos super-heróis, após um combate com o Homem de Ferro que encabeçava a facção oposta, o Capitão América é preso. Ao ser levado para julgamento, é atingido mortalmente a tiro.
Começava assim, de forma marcante, o Captain America #25, ou não fosse o seu herói titular um dos maiores (se não mesmo o maior) símbolos dos EUA nos comics. Ultrapassando as expectativas dos próprios criadores, a notícia foi então difundida por jornais, rádios e televisões por todos os Estados Unidos e mesmo no estrangeiro, transformando-se num acontecimento mediático planetário.
Deixando estes acontecimentos acessórios de lado, de volta aos quadradinhos, Ed Brubaker, autor que passou pelo Salão de BD do Porto nos anos 90, “responsável pelo assassinato”, constrói uma história consistente e bem sustentada, que, iniciada praticamente com o acontecimento de maior impacto, é desenvolvida depois num crescendo que terá, rapidamente, novo momento marcante com o surpreendente desvendar de quem (aparentemente?) matou o super-herói.
Depois, o relato adopta um tom de espionagem e policial que lhe serve para explorar a forma como as diversas pessoas e organizações receberam a notícia e qual o impacto que o acontecimento teve nelas e no “povo” norte-americano em geral, acentuado pela utilização de flashbacks cirúrgicos que ajudam a compreender acções e reacções e explicar o que o Capitão América representava, transformando esta história também numa sentida homenagem.
Tudo isto enquanto Tony Stark tenta pôr ordem na SHIELD, Nick Fury orquestra na clandestinidade, o Caveira Vermelha, auxiliado pela sua filha Pecado, se revela como o vilão por detrás da morte, Sharon Carter, a braços com perturbantes segredos, tenta recompor-se do abalo e o Falcão, por um lado, e o Soldado Invernal (Bucky Barnes), por outro, com intuitos diversos – a justiça, um, a vingança, o outro – tentam descobrir o responsável pelo assassinato.
O traço seguro, dinâmico e de grande realismo de Epting, ajuda a realçar a ambiência que Brubaker lhe imprimiu, mas revela-se igualmente apto para as cenas e confrontos em que prevalece a faceta super-heróica.
A continuação da história, que passará pela perseguição do assassino mas,também – inevitavelmente – pelo regresso do herói, em moldes a desvendar, pode ser lida em “Capitán América – El peso de los sueños”, em breve aqui no blog.
 
A reter
- A mestria narrativa demonstrada por Brubaker que faz de um acontecimento de grande impacto mas curta duração e final expectável, uma bela história negra em tom policial e de espionagem enquanto também homenageia o herói tombado.
- O traço hiper-realista de Epting.
- A bela capa do volume, correspondente à do comic-book #25.
- A edição irrepreensível da Panini espanhola, com capa dura, inclusão de capas alternativas, uma exemplar introdução de Raimón Fonseca e entrevistas com Ed Brubaker e Steve Epting, entre outros extras.
 
 

20/07/2012

Heróis Marvel #3

Capitão América – A Lenda Viva









Roger Sterne (argumento)
John Byrne (desenho)
Josef Rubinstein (arte-final)
Levoir+Público (Portugal, 19 de Julho de 2012)
170 x 260 mm, 192 p., cor, cartonado
8,90 €



Resumo
Este volume compila as revistas Captain America #247 a #255, editadas nos Estados Unidos entre Julho de 1980 e Março de 1981.

Desenvolvimento
O equilíbrio entre histórias clássicas e outras mais recentes, uma das características assumidas da colecção Heróis Marvel , pode revelar-se um pau de dois bicos.
Para leitores habituais de banda desenhada – em especial para aqueles que estão menos familiarizados com os comics norte-americanos – essa é sem dúvida uma mais-valia, pois permite descobrir/recordar fases marcantes dos principais super-heróis Marvel e compará-las com outras mais recentes (que nalguns casos serão também clássicos dentro de alguns anos).
No entanto, para leitores novos – aqueles que a colecção tenta conquistar, por exemplo entre os que viram e gostaram das recentes adaptações cinematográficas – as histórias mais antigas poderão ter o efeito contrário ao pretendido.
Porque, sejamos claros, nos anos 80 – para nos concentramos neste volume – a forma de narrar era muito diferente da que é utilizada hoje em dia – e essa é uma das razões porque a Marvel tem recorrentemente recontado a origem dos seus principais heróis.
Por isso, quem eventualmente chegar à BD através desta colecção, poderá ter dificuldade em lidar com a utilização de cores mais vivas e planas, pouco apelativas nos nossos dias, com as narrativas muito palavrosas e constantemente a recordar o passado e do protagonista e os seus dilemas presentes, com alguma ingenuidade temática e com protagonistas inverosímeis como Batroc, o saltador - um semi-vilão que… salta!
Do que atrás fica escrito, não quero que se infira que estou contra esta opção editorial, longe disso; compreendo-a e aceito-a, até porque – infelizmente? - acredito que entre os seus compradores haverá mais leitores habituais de quadradinhos do que novos leitores.
De qualquer forma, uns e outros, se perderem este volume – como outros - perderão a oportunidade de acompanhar um momento importante da história dos comics Marvel e de um dos seus mais significativos personagens, perdido entre dois mundos, o dos anos 1940 - em que surgiu como símbolo americano na guerra contra os nazis – e dos anos 1980 – a actualidade, quando estas histórias foram criadas, nos quais procura, ainda o seu lugar (embora sem essa dualidade ser extremada como em “CapitánAmerica – El hombre fuera del tiempo” ).
Estas histórias, correspondem ao aclamado período em que Roger Stern e John Byrne assumiram o destino do mais americano dos super-heróis, balizando de novo o seu percurso em diversos aspectos (vida civil, relação com o poder militar, novos relacionamentos amorosos), apontando-o como símbolo vivo do sonho e dos ideais norte-americanos e como o seu principal defensor contra todo o género de inimigos, externos e internos, de terroristas a simples gangsters, de monstros fantásticos a velhos inimigos.
Delas, destacam-se “À primeira luz do alvorecer”, pela ponte feita com elementos do tempo da II Guerra Mundial, “Capitão América para Presidente”, pela sua invulgar temática pois nela o alter-ego de Steve Rogers é apontado como candidato à presidência, e “Velhos conhecidos”, pela revisitação da mitologia do herói.

A reter
- A boa qualidade gráfica da edição, mais a mais se considerado o seu preço.
- A importância clássica do conteúdo deste tomo.
- As histórias atrás citadas, boas em qualquer contexto – desde que lidas e entendidas à luz do contexto em que foram criadas!
- O desenho de John Byrne, respeitador da proporção da figura humana, dinâmico, expressivo e aqui e ali com algumas soluções originais em termos de planificação.

Nota – Com excepção da capa, as imagens que ilustram este texto foram retiradas do portal Central Comics e do blog Por um punhado deimagens.
 
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