19/09/2018

Novembro

Indefenição

Oxalá pudéssemos viver eternamente em certos momentos da nossa vida…
mas os instantes são efémeros, por definição.”
In Novembro

A única certeza da vida é que na vida não há certezas. E cada vez menos, com a precariedade do emprego, a saída tardia de casa dos pais para uma vida própria, o isolamento provocado pelas redes sociais, a imaturidade que cada vez desaparece mais tarde.
Novembro, é sobre isto e, acima de tudo, sobre relações, a forma de as encarar, a forma de as viver. Que às vezes são coisas diferentes.

Leitura nova: Conversas com os Putos e com os Pais Deles

18/09/2018

La Mort Vivante

Boas influências




Narrativa neo-gótica de ficção-científica, que adapta o romance homónimo, de 1958, de Stefan Wul, La Mort Vivante é o novo álbum do português Alberto Varanda, onde demonstra todo o seu virtuosismo, sob a influência de grandes génios do traço.

Nas bancas: Homem-Aranha e Clássicos da Literatura Disney

 

15/09/2018

Comic Con 2018: regresso ao ano 1


Uma nova localização, um novo paradigma, um novo conceito, a sensação de novidade e a repetição de erros primários fez desta Comic Con, mais do que uma quinta edição, um reinício.

Nas bancas: Preacher - A caminho do Texas

14/09/2018

Visão

Uma família (a)normal

Aderir à normalidade, querer pautar a vida pelo que é socialmente aceitável/expectável é complicado. Sempre.
É essa a base deste Visão, quando um robot, perdão, um ‘sintozoide’ quer formar família e viver feliz nos subúrbios, à imagem e semelhança das famílias humanas normais.
Desenrolando-se à margem dos super-heróis - o protagonista, é membro dos Vingadores e eles passam por lá, há alguma interacção mas, até agora, não mais do que isto - este relato vinha bem referenciado - quanto mais não fosse pela escrita de Tom King - e a leitura confirmou as expectativas.

Leitura nova: Futuroscópio

13/09/2018

Uma irmã


Irregular


Tenho tido uma ‘relação’ irregular com Bastien Vivés.
Admirei (moderadamente…) Le Gout du Chlore, achei brilhante Dans mes yeux, abandonei Lastman ao fim de poucos capítulos, não consegui ver em Polina (tudo) aquilo que tantos proclamaram.
Uma irmã é mais um capítulo deste percurso que, se não me rendeu (outra vez) a Vivés, me proporcionou uma leitura envolvente.
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