Lewis
Trondheim é um dos autores mais importantes deste século e até de
um pouco antes. Como co-fundador da hoje agónica e falida editora
L'Association e como autor completo e/ou argumentista.
Nascidas
em formato digital, online, em 2013, em português, inglês e
japonês, as Butterfly
Chronicles
têm finalmente edição em papel -
para mim, nada o substitui... - pela
Escorpião Azul.
Depois do Amadora BD e da Bedeteca (com fotos abaixo), a seguir será na Livraria Exclamação, no Porto, dia 20 de Dezembro, às 17 horas, que terá lugar nova apresentação do livro As Leituras do Pedro - 40 anos de boas leituras, uma edição da Escorpião Azul que reúne textos que escrevi em diversos locais ao longo das últimas quatro décadas.
Há mas para ler e ver já a seguir, mas fica o convite e o desejo de que passem por lá para conhecer algumas histórias por detrás destes textos
Acalmada
a poeira mediática, feitas juras de amor assolapadas e destilados
ódios e preconceitos, é a altura para mim de voltar a Astérix
na Lusitânia. Ou, melhor, a Astérix en Lusitanie,
na imponente versão de luxo.
Costuma
dizer-se que o importante não é a história que se conta mas sim a
forma como é contada. E, em A
cor das coisas,
de Martin Panchaud, que a Levoir editou no recente Amadora BD,com
a presença do autor em Portugal, sem dúvida o destaque é a forma
como ele narra.
Aceite
o pressuposto que balizou o meu texto sobre o primeiro volume de A
bela casa do lago
- que é como quem diz, lido (com prazer) esse desafiador tomo
inicial - o segundo volume apresenta-se como um passo em frente, com
sucessivas revelações. Obviamente, podemos olhar para ele como um
copo meio cheio ou meio vazio. A nossa sensibilidade de leitores - e
as nossas expectativas - ditarão o nosso olhar.