14/04/2020

Intachable: 30 años de corrupción

Lá como cá


Conhecendo Victor Santos de relatos policiais de tom negro e violência a rodos, em que o grafismo, inevitavelmente, embora com todas as diferenças óbvias, evoca o de Frank Miller em Sin City, avancei para este Intachable ancorado em certezas que - para o bem e para o mal - se revelaram infundadas, com o que eu dava como certo a sair (mais ou menos) gorado num relato sobre o compadrio, as relações esconsas e a corrupção activa, existentes entre a política e o sector da construção. Em Espanha, no caso, como poderia ser em Portugal - ou, certamente, em diversas outras latitudes e/ou longitudes.

10/04/2020

Leituras digitais em português



Se as leituras digitais, disponibilizadas por editoras ou autores, continuam a ser uma realidade e uma alternativa nestes tempos de confinamento, desta vez, as propostas são todas em português e há algo diferente no final...
Relembro que por baixo do título do blog há um separador que permite aceder a todas as sugestões já feitas, mesmo que algumas já tenham caducado. Acima de tudo, há que estar atento.
Boas leituras… caseiras!

09/04/2020

Le crime qui est le tien

Par de ases



Encontrar num mesmo livro dois dos autores que fazem parte das minhas leituras recorrentes, é uma daquelas felicidades que por vezes a banda desenhada nos oferece.
Por um lado, Zidrou, o argumentista multifacetado, incapaz de uma história menor ou mal escrita. Por outro, Berthet, o meu ‘vício’ linha clara, cujo traço não deixa de me surpreender e seduzir.
Por isso, se à partida Le crime qui est le tien já era uma aposta ganha, a leitura só o veio confirmar.

XVI Festival de BD de Beja cancelado

07/04/2020

Duke #4: A última vez que rezei

Continuidade, ainda...





Sinopse
À procura do irmão Clem, para tentar evitar que este sofra a vingança de Mullins, sem saber que a sua amiga Peg também está em perigo, Duke prossegue um percurso errático que, de cada vez, o parece aproximar mais dos(s) perigo(s).

Lançamento: Watchmen #8 - Não há Deus

06/04/2020

O homem que matou Lucky Luke

Comprem, roubem...





Comprem (preferencialmente...), peçam emprestado, roubem... Mas não deixem de ler O homem que matou Lucky Luke.
O início da frase acima foi usado, mais palavra menos palavra, há muitos anos, por Miguel Esteves Cardoso a propósito de um disco - Peter Grabiel III, talvez…? - e parece-me extremamente apropriado para o primeiro lançamento franco-belga de A Seita.
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