Fragmentos
do passado
A minha leitura deste novo volume de Tarzan,
publicado com o conhecimento e o carinho típicos de Manuel Caldas,
fez-se a dois níveis.
Num primeiro momento mais pessoal, num
reencontro com fragmentos do meu passado feliz.
A
um outro nível - o que interessará mais a quem lê estas linhas -
na (re)descoberta de fragmentos de tempos passados,
que relevam a qualidade e a mestria do trabalho que Russ Manning
realizou a partir dos originais de Edgar Rice Burroughs
e mais além.
O
melhor de três mundos
Continuando
a apostar nos fumetti
Bonelli,
uma 'marca' em crescimento nos nossos dias, dando razão aos que
apontavam a sua qualidade apesar do seu carácter predominantemente
(?)
popular, A Seita estreia no seu catálogo Tex
Willer.
Ao
optar pela colecção Tex
Romanzi a Fumetti -
(erradamente) publicada no Brasil como Tex
Graphic Novel...
-
a editora portuguesa tenta aproveitar o melhor (?) de três mundos.
Eram
os fanzines (3/3)
Pelo terceiro dia, abro com a mesma introdução: 'Quando comecei a
dedicar-me à banda desenhada - para além da minha posição de
leitor - as publicações, grosso modo podiam dividir-se em três
tipos: álbuns (segmento em crescimento), revistas (em declínio) e
fanzines.
Estes últimos, tinham na época a
seguinte definição (mais ou menos) consensual: 'publicação
independente, sem fins lucrativos, destinada a divulgar o trabalho de
novos autores'.
Hoje,
tudo mudou. Os álbuns predominam, as revistas acabaram e os fanzines
encontraram novas formas.'
Longe
de ser um fanzine, nesta edição,
a
Super Tintin,
de forma surpreendente, cumpre o
pressuposto final daquela definição.
Eram
os fanzines (2/3)
Repito
a introdução de ontem:
'Quando
comecei a dedicar-me à banda desenhada - para além da minha posição
de leitor - as publicações, grosso modo podiam dividir-se em três
tipos: álbuns (segmento em crescimento), revistas (em declínio) e
fanzines.
Estes
últimos, tinham
na época a
seguinte definição (mais ou menos) consensual: 'publicação
independente, sem fins lucrativos, destinada a divulgar o trabalho de
novos
autores'.
Hoje,
tudo mudou. Os álbuns predominam, as revistas acabaram e os fanzines
encontraram novas formas.'
[fim de citação]
Entre elas, a publicação nas
redes sociais.
Eram
os fanzines (1/3)
Quando
comecei a dedicar-me à banda desenhada - para além da minha posição
de leitor - as publicações, grosso modo podiam dividir-se em três
tipos: álbuns (segmento em crescimento), revistas (em declínio) e
fanzines.
Estes
últimos, tinham na época a
seguinte definição (mais ou menos) consensual: 'publicação
independente, sem fins lucrativos, destinada a divulgar o trabalho de
novos autores'.
Hoje,
tudo mudou. Os álbuns predominam, as revistas acabaram e os fanzines
encontraram novas formas. Entre elas, a publicação digital.
A
Ala dos Livros acaba de disponibilizar o regulamento do Prémio
Jorge Magalhães de Argumento para Banda Desenhada,
com
o qual
pretende "contribuir para a
dignificação e valorização do argumento na Banda Desenhada".
É uma iniciativa válida e oportuna, que constitui uma justa
homenagem a um dos grandes argumentistas da banda desenhada
portuguesa, a quem ela deve bem mais do que as muitas histórias que
escreveu.
O regulamento,
na versão integral disponibilizada pela editora, encontra-se já a
seguir.
Passagem
por Portugal
Criação
de William Vance e Yves Duval, Howard
Flynn
é uma
série que decorre no final do século XIX e tem como protagonista um
oficial da marinha britânica
- que lhe dá o título.
Oficial
esse que, ao longo de
meia dúzia de aventuras, teve uma - dupla! - passagem relevante por Portugal.