Em
Os Guardiões do Louvre,
Jirô Taniguchi - ou o protagonista por ele, nele emulado? - é o
‘homem que passeia’ outra
vez, agora
pelos corredores do célebre museu parisiense,
evocando os grandes mestres e visitando os locais onde deram à luz
as suas obras… sem esquecer uma nota pessoal (?), com tanto
de terna quanto de dolorosa.
Se um dos
propósitos da colecção Tex
Romanzo a Fumetti
- no Brasil (muito mal) rebaptizada Tex
Graphic Novel
- era chegar ao mercado franco-belga, este álbum pode cumpri-lo
perfeitamente.
O título é Zahna,
é o mais recente livro de Joana Afonso, na Polvo, foi lançado na Comic Con e foi o pretexto para a conversa que podem ler já a seguir.
Possivelmente
- e tenho ideia de já o ter escrito - vivemos a melhora das épocas
no que à BD diz respeito, já que, a par da produção actual, temos
acesso, em magníficas edições, ao melhor - e a mais do que isso -
que foi feito nas décadas anteriores: quase 100 anos aos
quadradinhos!
Cuto,
herói da juventude de muitos dos avôs de hoje, que o descobriram
nas páginas espanholas da Chicos
ou nas portuguesas de O
Mosquito,
é um dos exemplos mais recentes.