14/03/2025

Ambos os três - a BD de Paulo J. Mendes


Nós, aqueles que sabemos que o J. de Paulo J.Mendes é o Jorge do Paulo Jorge que se iniciou para a BD no fanzine Comicarte e foi um dos colaboradores dos primeiros Salões de BD do Porto, não podíamos deixar de finalmente lhe dedicar uma exposição que se concretiza no próximo dia 15 de Março na Galeria de Ilustração e BD Mundo Fantasma (a partir das 16h00).
Vamos poder ver originais das três obras que o Paulo publicou neste seu regresso à BD: O Penteador, Elviro e O Atendimento Geral.
Mas, como não podia deixar de ser, vamos também mostrar um pouco do trabalho do Paulo Jorge nos anos 80 no Comicarte e no Düdü. [In Boletim Bedeteca #8]
Mais informações e entrevista com o autor seguindo esta ligação.

(informação e imagem disponibilizados pela Bedeteca; clicar na imagem para a aproveitar em toda a sua extensão; clicar sobre os textos a cor diferente para saber mais sobre os temas destacados) 

Lançamentos: Clássicos da Literatura Portuguesa em BD: #13 - Frei Luís de Sousa

Levoir/RTP + Levoir

12/03/2025

Mickey: Tempo bem gasto

Vale a pena ler?



Por vezes, as perguntas mais inquietantes surgem com leituras aparentemente leves e despretensiosas.
Tempo bem gasto, uma história protagonizada por Mickey, incluída na revista homónima #5 do consulado da Goody, questiona a utilidade - ou não - do tempo gasto na leitura.

11/03/2025

Mukanda Tiodora

Carta muda de uma escrava analfabeta




Apesar de pequeno, na prática à dimensão da população de um país sem hábitos de leitura, o mercado nacional de banda desenhada apresenta-se mais diversificado do que seria expectável. Ao leitor interessado, basta pesquisar um pouco para ser surpreendido.

10/03/2025

Cogito Ego Sum + O Corvinho

Para adultos e pequeninos

Não do fundo do baú, mas algures do meio da pilha de livros sobre os quais "quero escrever", eis que surge Luís Louro em dose dupla, em edições nas antípodas uma da outra.

03/03/2025

Bobigny 1972

O outro lado da História


Durante um determinado período, no seu início, em busca de afirmação e de importância, a banda desenhada habituou-nos a invocar os feitos dos reis, dos imperadores, dos ditadores, mas há todo um outro lado da História por recontar, quase sempre com cidadãos anónimos, como motores ou protagonistas de momentos que também marcaram a evolução dos povos.
Bobigny 1972, obra premiada no Festival de Angoulême deste ano, que a ASA acabou de disponibilizar em português, evoca algo assim, um célebre processo que... poucos leitores destas linhas possivelmente serão capazes de identificar e contextualizar.

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