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05/11/2025

A Fera 2

Apoteose em regresso ansiado


Está finalmente disponível em português, numa belíssima edição de A Seita, o segundo e último volume de A Fera que, na edição lusa, traz como extras uma história curta e um passeio guiado e ilustrado pela Bruxelas de Frank Pé, que desvenda alguns dos segredos e referências que espalhou pela história - e que permitem, justificam até, uma segunda leitura atenta aos pormenores e não ao fundamental.

09/10/2025

Ric Remix

Ric Hochet a cinco tempos




Ric Remix é um puro exercício de estilo.
O seu autor, DJ Vandermeulen, partiu de vinhetas dos muitos álbuns que Tibet e Duchateau criaram com as aventuras do jornalista-detective Ric Hochet, para mostrar a (inusitada) violência existente na série, num exercício curioso e, na verdade, desafiante, de decomposição e recomposição dos originais.

28/12/2024

Ric Hochet - Histórias Curtas

Mais outra vez, mais outro herói

Um pouco a exemplo de Michel Vaillant e Chevalier Ardent, mas contrariando o tom mais maduro deste último, também Ric Hochet possui um elevado número de histórias curtas, provenientes igualmente da Tintin Pocket Séléction, Super Tintin e de números especiais.

15/11/2024

Chevalier Ardent - Histórias Curtas


Outra vez, outro herói

Na sequência do texto que dediquei há poucas semanas às histórias curtas de Michel Vaillant, abordo de novo esta temática na óptica das grandes séries franco-belgas da revista Tintin.
A razão - desnecessária - é o facto de em pouco tempo ter encontrado três dos (quatro?) álbuns que recolhem relatos curtos de Chevalier Ardent.

26/04/2024

Tarzan: Tiras Diarias #7 + Planchas dominicales #10

Pura nostalgia

Nos últimos meses, por razões que agora não vêm ao caso, as minhas leituras, numa parte não desprezável, têm sido marcadas por uma carga de pura nostalgia, num regresso a séries (Tiger Joe, Paul Foran, Jess Long, Archie Cash, Yalek...) que, numa segunda linha, marcaram a minha adolescência e tinham ficado lá. Ou, de forma mais abrangente, numa recuperação/descoberta de um género, a BD franco-belga, que continua a ser a minha principal praia, na sua vertente de séries (Ric Hochet, Bob Morane, Sammy, Les Tuniques Bleues, Luc Orient...) a que hoje devemos chamar clássicas.

07/12/2023

Ric Hochet #62 B.D. Meurtres

Na BD, outra vez...




Há dias, a propósito de uma história de Dylan Dog, evoquei bandas desenhadas que decorrem e/ou se alimentam do meio em que são narradas e, por um daqueles acasos curiosos, uma outra, precisamente esta B.D. Meurtres, veio parar-me às mãos.

04/10/2023

Tintin - Numéro spécial 77 ans

Evocação


A 26 de Setembro último, a revista Tintin - mais exactamente a sua versão belga, a original, espelhada durante décadas noutras paragens, Portugal incluído - completaria 77 anos, data significativa pela frase que lhe serviu de lema: ‘a revista dos jovens dos 7 aos 77 anos’.
A data e importância desse marco da banda desenhada, fica assinalado pela Le Lombard e as éditions Moulinsart com este regresso, pelo período de um único número, em que autores contemporâneos revisitam as séries da revista que mais os marcaram.

27/03/2023

Curtas (I)


Em anos recentes, habituei-me a ter em curso de leitura obras com histórias curtas que servem para preencher espaços de tempo igualmente curtos, levar a cabo pequenos interlúdios entre tarefas, aligeirar alguma pressão ou ocupar tempos de espera.
Tento ir variando de género, estilo, proveniência e temática, por um lado para diversificar as leituras, por outro para ver formas diferentes de abordar temas também diferentes.
As capas mostradas acima, ilustram algumas (dessas) leituras mais recentes, feitas ao longo de dias ou semanas, para fugir à inevitável repetição a que este tipo de colectâneas geralmente não consegue fugir.

11/06/2021

Michel Vaillant: Os cavaleiros de Königsfeld

Ric… Vaillant!?


Não fã de Michel Vaillant - e de automobilismo - não foi por isso que deixei de ler todas as aventuras do piloto que me passaram pelas mãos, nos volumes encadernados da revista Tintin que os amigos que me emprestavam.
Por razões que serão óbvias, na memória ficaram-me dois títulos - e mais pelas capas do que por recordar os enredos. Uma delas, era este Os Cavaleiros de Königsfeld.

26/03/2021

Tintin Super-Jeunes

Eram os fanzines (3/3)


Pelo terceiro dia, abro com a mesma introdução: 'Quando comecei a dedicar-me à banda desenhada - para além da minha posição de leitor - as publicações, grosso modo podiam dividir-se em três tipos: álbuns (segmento em crescimento), revistas (em declínio) e fanzines.
Estes últimos, tinham na época a seguinte definição (mais ou menos) consensual: 'publicação independente, sem fins lucrativos, destinada a divulgar o trabalho de novos autores'.
Hoje, tudo mudou. Os álbuns predominam, as revistas acabaram e os fanzines encontraram novas formas.'
Longe de ser um fanzine, nesta edição, a Super Tintin, de forma surpreendente, cumpre o pressuposto final daquela definição.

21/10/2020

Agatha Christie em BD

 As personagens e a vida




Os 130 anos do nascimento de Agatha Christie e os 100 anos do seu primeiro romance, são o mote para a chegada às livrarias portuguesas, pela Arte de Auor, do díptico Morte no Nilo/O misterioso caso de Styles, nas suas versões em BD.

E o pretexto para uma abordagem não exaustiva às ligações entre a obra e a vida da escritora e a banda desenhada.

02/06/2020

Blake e Mortimer: O último Faraó

Modelo






As retomas de heróis deviam ser todas como este O Último faraó: com um profundo respeito pelo original e pelo seu espírito, com referências q.b. às bases legadas pelo criador da série - Edgar P. Jacobs, no caso - mas sem qualquer tipo de amarras, gráficas ou narrativas (em termos de estilo ou escrita) ou temporais.

15/05/2020

Ric Hochet #4: Tombé pour la France

Uma questão de nome…






Tenho repetidas vezes elogiado aqui Zidrou - um dos meus argumentistas de referência e presença regular neste blog  - mas há duas coisas que não lhe perdoo em relação a Ric Hochet: a (tentativa de) modernização do jornalista/detective imaginado por Duchateau e Tibet e a escolha/aceitação (continuada) de Van Liemt como seu desenhador.

16/05/2018

Conan, le cimérien

 
Uma questão de relação?
A retoma de séries/personagens de sucesso, mais do que uma moda, é - idealmente será, para as editoras - uma aposta de sucesso (quase) garantido e, mesmo que se tente, é praticamente impossível contorná-las - evitá-las...
A Mickey, à Turma da Mônica, às personagens Hanna-Barbera, a Ric Hochet, Clorophylle e um enorme etc. junta-se agora, também, Conan, o cimério, num projecto da francófona Glénat, sob o beneplácito da Marvel.
A forma como olhamos para estes regressos, como os apreciamos ou não, depende muito, não tenho dúvidas, da relação que estabelecemos com eles. Com os originais. Para além, obviamente, da inspiração que os autores mostrarem nessas retomas.

24/04/2017

Beaux Arts HS Polar & BD

Abrangência





Segmento do mercado de BD claramente em alta no espaço francófono, os números especiais de revistas (mais ou menos) genéricas dedicados à BD, têm neste Beaux Arts Hors Série Polar & BD, actualmente distribuído em (alguns quiosques de) Portugal, um dos seus exemplos mais recentes.

21/11/2016

Les Nouvelles Enquêtes de Ric Hochet #2: Meurtres dans un jardin français








E, como muitos pensavam, a transformação numa série em curso do que não devia ser mais do que uma bem conseguida homenagem a um dos heróis mais populares da revista Tintin, revelou-se um grave erro.

15/11/2016

Mônica: Força








Todos temos uma forma ‘padrão’ de enfrentar os problemas – mesmo que depois de uma primeira análise ela possa variar…
A Mônica, enfrenta tudo à coelhada. Até que um dia…

08/04/2016

Une Mystérieuse Mélodie

ou comment Mickey rencontra Minnie

Embora siga o espírito vigente nos últimos anos, esta não deixará de ser, sem dúvida, uma das mais surpreendentes propostas editoriais de 2016.
Imaginez Mickey vu par… é uma colecção de BD recente da Glénat que tem a particularidade de reunir grandes autores franco-belgas e as mais conhecidas personagens Disney. À imagem, do que aconteceu em tempos recentes com Ric  Hochet, Chlorophylle, LuckyLuke. Ou com os heróis de Maurício de Sousa na colecção Graphic MSP. Ou, em breve, nos EUA, com os heróis Hanna-Barbera

02/04/2016

L’Homme qui tua Lucky Luke





Se, em termos europeus, Spirou (há muito) abriu a porta ao conceito ‘Uma história de… por…’ os anos – meses? - mais recentes, mostram-na escancarada – nas mais diferentes localizações geográficas - na exploração do conceito.
Em termos franco-belgas, na peugada de Ric Hochet, Chlorophylle e outros, surge agora a vez de Lucky Luke, revisitado por Matthieu Bonhomme entre a homenagem, a nostalgia e a inovação.
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