A pedido…?
Quentin Blake (argumento e desenho)
busca de uma nova dona. A primeira escolha falha, devido ao seu pobre aspecto (de brinquedo de pobre). Mas, após algumas peripécias divertidas, com a ternura que os contos infantis (ainda) sabem ter, acaba por encontrar quem realmente precisa dele, conseguindo ainda resgatar os seus antigos companheiros de brincadeira para alegria geral, mostrando como a felicidade pode estar nas coisas simples.
O que faz a diferença nesta narrativa – galardoada com o prémio Bologna Ragazzi – é o traço do autor, próximo do cartoon, simples mas mais pormenorizado do que parece indicar uma leitura rápida, ágil, vivo extremamente expressivo, bem tingido – de forma parcimoniosa mas muito eficaz - por cores suaves e alegres. 