Defender
aquilo em que se acredita, seja em banda desenhada, romance, série
de televisão ou filme, é algo extremamente difícil. Por um lado é
necessário assumir um tom claramente subjetivo, mesmo que apoiado
por factos, mas por outro há que evitar o tom panfletário, os
excessos e os extremismos que desinteressem o leitor não convertido. A
nossa voz! consegue-o.