Wil tem 82
anos. O cão, a sua última companhia, a recordação mais palpável da
esposa, acaba de morrer.
Mergulhado na solidão, deambulando entre a casa e o bar onde
bebe o seu leite, não encontra mais razões para viver.
Mas, antes dessa partida que (desde o nascimento) considera
inevitável, decide pôr em ordem uma série de questões que foram ficando
pendentes ao longo dos anos, para poder (finalmente) morrer em paz.