Acalmada
a poeira mediática, feitas juras de amor assolapadas e destilados
ódios e preconceitos, é a altura para mim de voltar a Astérix
na Lusitânia. Ou, melhor, a Astérix en Lusitanie,
na imponente versão de luxo.
Um
pouco a exemplo de Michel Vaillant e Chevalier Ardent, mas
contrariando o tom mais maduro deste último, também Ric Hochet
possui um elevado número de histórias curtas, provenientes
igualmente da Tintin Pocket Séléction, Super Tintin e
de números especiais.
No
misto de descoberta e nostalgia - mesmo que alguns casos esta seja
apenas imaginária porque as leituras não foram feitas na época
própria - tenho multiplicado leituras que, num
mundo ideal, mereceriam
aqui
uma referência na forma de texto alargado
mas,sem
possibilidades
físicas e temporais de
abordar
todas,
deixo
por hoje três desses títulos, apresentados de forma breve e,
espero,
assertiva.