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05/02/2026
Júlia NS 27 e 28
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18/02/2021
J. Kendall #142
Ciao, amore...
De novo à volta com os (sub-)títulos, a escolha hoje recaiu num que tem uma tripla leitura: para mim, para Julia e para Myrna, no meu regresso - graças a mão (muito) amiga - à criminóloga de Garden City, em mais uma edição (dupla) em que o foco de Berardi está mais nas relações - voluntárias ou não - da sua protagonista do que propriamente nos enredos policiais que apresenta.
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18/06/2019
J. Kendall #136
Em
Outubro de 1998, estreava
nas bancas italianas uma nova revista da Sergio Bonelli Editore:
Julia.
Esta edição brasileira, datada de Outubro do ano passado, pese
embora as distorções de calendário que a afirmação a seguir
implica, assinala os 20 anos de vida editorial da criminóloga de
Garden City.
Porque
é uma senhora e porque é costume dizê-lo, apetece escrever que
Julia está na mesma. Sendo verdade, também não o é.
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Valerio Piccioni
08/11/2017
J. Kendall #129
Bom vício
(Semi-)escrito no mês passado, este texto só agora chega aos
(meus) leitores. Entretanto, saltou uma edição mas adapta-se também à primeira
ideia: J. Kendall, a criminóloga Julia, está de regresso às minhas leituras –
desculpem a inveja que causo a tantos portugueses - satisfazendo um vício
incontornável – que reconheço, mas não tenho intenção de tratar - e nunca serei
suficientemente grato aos meus ‘fornecedores’!
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12/10/2016
J. Kendall #120
Inovar constantemente na continuidade parece ser cada vez
mais o lema de Berardi em J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga, como se
comprova duplamente nesta 120.ª edição da Mythos.
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27/10/2014
J. Kendall #108
Quem leu na altura certa – e continua a ler… - banda desenhada
de aventuras, habituou-se a encontrar heróis com adversários eternos como Blake
e Mortimer/Olrik, Lefranc/Borg ou - dando um salto aos super-heróis – Homem-Aranha/Dr.
Octopus – que atingiu extremos inimagináveis no estimulantearco Homem-Aranha Superior.
Da mesma forma, séries houve em que, pelas suas
características intrínsecas, não vemos de todo o protagonista sempre face ao
mesmo opositor.
Continuo já a seguir.
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16/06/2014
J. Kendall #106
J. Kendall – Aventuras
de uma criminóloga – tal como Zagor e Zagor Extra - chega este mês às bancas portuguesas com um novo modelo: o dobro das páginas
pelo dobro do preço.
Prós e contras desta opção e tópicos de leitura de mais duas
histórias bem conseguidas, já a seguir.
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Valerio Piccioni
14/07/2011
J. Kendall #74
#74 – Entre quatro paredes
Giancarlo Berardi, Lorenzo Calza e Alberto Ghé (argumento)
Valerio Piccioni (desenho)
Mythos Editora (Brasil, Janeiro de 2011)
135 x 178 mm, 132 p., pb, brochado, mensal
4,00 €
Resumo
O aparecimento do industrial Norwell Standford morto, no seu escritório, fechado por dentro, e com um tiro na têmpora é o mote para mais uma investigação da criminóloga Julia Kendall.
Valerio Piccioni (desenho)
Mythos Editora (Brasil, Janeiro de 2011)
135 x 178 mm, 132 p., pb, brochado, mensal
4,00 €
Resumo
O aparecimento do industrial Norwell Standford morto, no seu escritório, fechado por dentro, e com um tiro na têmpora é o mote para mais uma investigação da criminóloga Julia Kendall.
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05/01/2010
J. Kendall #56
Giancarlo Berardi e Maurizio Mantero (argumento) Valerio Piccioni e Laura Zucchi (desenho)
Mythos Editora (Brasil, Julho de 2009)
135 x 178 mm, 132 p., pb, brochado, mensal
Resumo
Uma família norte-americana, os Norton – pai, mãe, filho, filha, avô e uma empregada mexicana – planeia deixar o apartamento em que vive para se mudar para uma casa numa zona mais tranquila. Combinam a visita à nova moradia e, depois, desaparecem sem deixar rasto.
Desenvolvimento
Após esta introdução, entra o primeiro dos vários flashbacks que integram a narrativa, um artifício que faz a história avançar e que serve também para prender o leitor, que assim vai sendo actualizado e recebendo a informação ao mesmo tempo que os protagonistas.
Curiosamente, ao fim de trinta e poucas páginas, aparentemente o caso que desta vez é investigado pela polícia de Garden City, com o auxílio de Júlia, parece já estar resolvido, com um suspeito a confessar o crime. Pelo que de imediato avança a sua avaliação psiquiátrica e o respectivo julgamento. Mas na sua confissão há algo que não convence a criminóloga, que decide continuar por sua conta e risco, levantando questões, situando cada um, ouvindo pessoas – tão importante que isto é! – até chegar ao desfecho, de todo inesperado, onde se adivinha uma homenagem a uma obra-prima do cinema, que não refiro para não estragar o prazer da leitura e da surpresa que ela encerra, mostrando que nem sempre são os motivos mais óbvios que provocam os maiores estragos.
Giancarlo Berardi, mais uma vez, tece uma trama complexa, credível e interessante, que desenvolve a seu bel-prazer, obrigando o leitor a segui-lo ao ritmo que ele impõe. Um ritmo calmo tranquilo, apesar de um ou outro sobressalto. Pelo caminho, com mestria, aproveita para traçar um retrato decadente da instituição familiar norte-americana – e da própria sociedade -, feito de forma exemplar nas primeiras pranchas, em que os curtos diálogos durante o pequeno-almoço definem e marcam cada um dos Norton. Retrato que conclui, sem dúvida de forma incómoda, no final da história. Um retrato duro que fala de falta de diálogo, da convivência de (parentes) estranhos dentro da mesma casa, da incapacidade de expressar sentimentos, do avanço do individualismo, da falta de objectivos, da solidão. Ao mesmo tempo que continua a definir – de forma bem humana - a protagonista, a mostrar o que a move e inquieta, as suas qualidades e defeitos, o que a faz forte e quais as suas fragilidades, medos, receios, (des)ilusões.
Embrenhado no argumento de Berardi, quase se esquece o desenho – realista, firme, anatomicamente correcto, ritmado, de planificação clássica mas dinâmico nos movimentos de câmara que variam planos e enquadramentos – mas que, no entanto, tem um papel determinante, pela forma como define estados de espírito, sensações e emoções, expressos pelos olhares e pelos gestos.
Curiosamente, ao fim de trinta e poucas páginas, aparentemente o caso que desta vez é investigado pela polícia de Garden City, com o auxílio de Júlia, parece já estar resolvido, com um suspeito a confessar o crime. Pelo que de imediato avança a sua avaliação psiquiátrica e o respectivo julgamento. Mas na sua confissão há algo que não convence a criminóloga, que decide continuar por sua conta e risco, levantando questões, situando cada um, ouvindo pessoas – tão importante que isto é! – até chegar ao desfecho, de todo inesperado, onde se adivinha uma homenagem a uma obra-prima do cinema, que não refiro para não estragar o prazer da leitura e da surpresa que ela encerra, mostrando que nem sempre são os motivos mais óbvios que provocam os maiores estragos.
Giancarlo Berardi, mais uma vez, tece uma trama complexa, credível e interessante, que desenvolve a seu bel-prazer, obrigando o leitor a segui-lo ao ritmo que ele impõe. Um ritmo calmo tranquilo, apesar de um ou outro sobressalto. Pelo caminho, com mestria, aproveita para traçar um retrato decadente da instituição familiar norte-americana – e da própria sociedade -, feito de forma exemplar nas primeiras pranchas, em que os curtos diálogos durante o pequeno-almoço definem e marcam cada um dos Norton. Retrato que conclui, sem dúvida de forma incómoda, no final da história. Um retrato duro que fala de falta de diálogo, da convivência de (parentes) estranhos dentro da mesma casa, da incapacidade de expressar sentimentos, do avanço do individualismo, da falta de objectivos, da solidão. Ao mesmo tempo que continua a definir – de forma bem humana - a protagonista, a mostrar o que a move e inquieta, as suas qualidades e defeitos, o que a faz forte e quais as suas fragilidades, medos, receios, (des)ilusões.
Embrenhado no argumento de Berardi, quase se esquece o desenho – realista, firme, anatomicamente correcto, ritmado, de planificação clássica mas dinâmico nos movimentos de câmara que variam planos e enquadramentos – mas que, no entanto, tem um papel determinante, pela forma como define estados de espírito, sensações e emoções, expressos pelos olhares e pelos gestos. A reter
- Não tenho dúvidas que este é um dos melhores títulos mensais distribuídos actualmente em Portugal. Por isso, desafio quem ler estas linhas a procurá-lo numa banca (perto - ou longe - de si…!), onde neste momento está disponível, pondo de lado eventuais preconceitos em relação à edição, em brasileiro, de pequeno formato, a preto e branco, papel de fraca qualidade e impressão por vezes com problemas nas zonas mais escuras.
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