Não sou, nunca fui - (estou
convencido que)
nunca serei - fã de Michel Vaillant - nem do traço e estilo
narrativo de Jean Graton.
Li, mesmo assim, ao longo dos anos, (pelo
menos) umas duas dúzias dos álbuns que o piloto francês
protagoniza, de forma casual e sem qualquer preocupação sequencial.
Mas, tendo surgido a oportunidade de conhecer
de forma cronológica os primeiros anos da série, no - sempre muito
aconselhável - formato integral, não a desaproveitei.